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Super Mario All Stars poderá ganhar versão turbinada no Wii
03 September 2010 - 01:24
Depois de New Super Mario Bros. Wii, a Nintendo agora lançará uma versão atualizada de Super Mario All Stars para o Wii. Será chamada de Super Mario Collection Special Pack, a ser lançada em disco e terá como bônus um CD contendo músicas de toda a série, desde Super Mario Bros. A Super Mario Galaxy 2, e virá com um livro comemorando os 25 anos de Mario contando a história do encanador, curiosidade e mais.
Resta saber se a versão será do primeiro All Stars ou a edição limitada com o Super Mario World incluso. De qualquer forma, parece que vai ser mais um daqueles must-buy para donos de Wii.
Lançamento previsto para meados de Outubro.

Se você teve esse jogo, é impossível não sorrir com essa imagem.
Fonte: http://www.andriasan...rio_collection/ -
New Super Maio Bros. Wii
07 August 2010 - 23:32
Título: New Super Mario Bros. Wii
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: Novembro de 2009

O jogo vem em uma caixa vermelha, com o logo do Wii multicolorido.
Há alguns anos atrás a Nintendo lançou o primeiro jogo 2D em mais de uma década, New Super Mario Bros., para o Nintendo DS. Foi um ótimo jogo, embora a jogabilidade parecesse um pouco mais truncada do que a vista em Super Mario World, e, NE minha modesta opinião, a seleção de Power-ups foi um pouco infeliz. O Koopa Shell era até engraçado, mas não muito prático. O Mega Mushroom era até bacana, mas tornava o jogo mais fácil do que já era. Foi uma seqüencia boa, digna do preço, mas não teve aquele “wow” que os jogos do encanador costumam ter.
Então, em Novembro de 2009 , é lançado New Super Mario Bros. Wii.
O jogo tem a física quase idêntica ao jogo de DS, embora um pouco mais precisa. Mas esse aqui brilha de verdade, e por mais de um motivo.
NSMBWii é um jogo no clássico estilo plataforma, mas com uma diferença crucial: ao invés de dois (no caso, quatro) jogadores irem passando a vez para vencer as fases do mapa (que segue o mesmo padrão gráfico do jogo de DS), agora, todos os jogadores estão na tela ao mesmo tempo! Mas vamos por partes.

Esse é o tipo de fase em que, com quatro jogadores, com certeza teremos baixas.
Começando pela jogabilidade e o Single Player. Talvez a maioria de vocês estejam mais familiarizadas com Super Mario World então vou usar o jogo como base para falar das novidades.
Primeiro, a jogabilidade. Mario agora tem uma liberdade um pouco menor de se mover no ar e demora um pouco mais a atingir a velocidade máxima. Não se pode mais atirar cascos de Koopas para o ar nem largá-los no chão, ou seja, uma vez em suas mãos, você deve lançá-los assim como no Mario 3. Os P-Blocks agem exatamente como em Mario 3, e também não podem ser carregados. Há alguns meios de transportes que usam o sensor de movimentação do controle, mas nada tão extremo quanto em Wario Land.
Aliás, o uso do controle é um tanto controverso. O jogo usa as mesmas funções do SNES, ou seja, ações que seriam encaixadas ao Y (Correr, atirar), B (Pular) e A (Desmontar do Yoshi, pulo giratório), mas você é obrigado a usar o WiiMote, onde se tem as funções do Y e do B. As funções que seriam destinadas ao A são restritas ao “chacoalho” do controle.
Agora, isso funciona bem no jogo. Em alguns fóruns o povo reclama de pulos involuntários e coisas assim, mas é exagero. Para ativar a função é preciso fazer um chacoalho extremamente rápido e leve, ou seja, simplesmente se mover na poltrona não ativará os pulos. Mas é fato que a Nintendo podia muito bem disponibilizar uma configuração para o Classic Controller. E para agarrar objetos pesados, não só precisa segurar o botão de corrida, mas chacoalhar o controle perto do objeto. Isso faz sentido quando se quer agarrar outro jogador, mas é simplesmente chato com os objetos inanimados.
Os novos Power-ups são o Helicóptero, a Flor de Gelo e a Penguin Suit, além dos tradicionais Cogumelo, Flor de Fogo e Estrela, presentes em todos os jogos.
A Flor de Gelo lança bolas de gelo que quicam um pouco mais, mas somem mais rápido. Inimigos atingidos viram blocos de gelo que você pode usar como plataforma ou agarrar e lançar como uma bola de boliche. A Penguin Suit pode deslizar no gelo fazendo quase a mesma coisa que o Koopa Shell do primeiro New, nada exattamente como a roupa de Sapo no Mario 3 e também atira bolas de gelo. Aparecem com pouca freqüência. O Helicóptero, assim como a Pena e a Folha, é o item “easy mode”. Ao chacoalhar o controle, Mario dá um segundo pulo altíssimo, e depois cai lentamente.Isso torna muitas partes do jogo bem mais fáceis, até demais. É meio que contrabalanceado por não ter ataque algum.
Outro que volta depois de anos é o Yoshi, mas não se engane. Ele só aparece em seis fases do jogo todo, e não pode ser levado para outras fases. Uma pena, porque o Yoshi se comporta exatamente como em Yoshi’s Island, o que era muito divertido. Curiosidade: ele não foi programado para nadar, e ao hackear o Dino em fases aquáticas, ele afunda como uma pedra.
O modo Multiplayer é uma comédia. Com dois jogadores até dá pra cooperar, mas três ou quatro viram uma zona. No comecinho, todos querem jogar como se estivessem sozinhos, ou até ajudando. Mas aí o dedo de alguém escorrega e então mais dedos escorregam e cabeças rolam. Apesar disso, há trechos que são praticemtne impossíveis de se passar de quatro e então pode-se sair temporariamente do jogo apertando A.
Os mapas dos mundos são no mesmo estilo do primeiro NEW, mas para quen não jogou, pense em uma versão mais detalhada dos mapas do Mario 3. Casas Cogumelo, fortalezas (que agora são tensas fases verticais), Hammer Bros. andando pra lá e pra cá. Temos também fases secretas invisíveis e Ghost Houses como em Mario World. Também há Warp Zones que funcionam extamente como as vistas no Mario 1!

O mapa dos mundos é baseado no design de Mario 3. Note a Mushroom House e o Hammer Bro.
As fases são bem criativas e, a partir do sexto mundo, bem difíceis também. Aliás, a dificuldade é um ponto alto do jogo: não é fácil, mas também não é um Lost Levels. É difícil ficar frustrado com as fases, e ainda mais raro pensar “era só isso?”, ainda mais porque não se pode passar as fases voando como em Mario World e o Helicóptero não é tão preciso quanto a Racoon Suit. E no mundo 8, um Difficulty Spike do baralho. A primeira fase tem chuva de pedras fumegantes, geysers de lava e uma fumaça que mata na hora que avança rapidamente! Procure pelo vídeo da fase em séries de Let's Play e veja o pânico tomar conta dos jogadores.

Os castelos são outro ponto onde quatro jogadores acabam se matando. Sem coordenação perfeita, no mínimo um fica pra trás.
Acho que isso cobre a jogabilidade. Vamos aos aspectos técnicos.
Som: Segue a linha do primeiro New, só que com mais arranjos. As fases subterrâneas contam com um remix das fases do Mario 1, e a música dos castelos é muito boa, inclusive contando com um trecho da música do Mario World. Efeitos sonoros de sempre, o que não é ruim.
Gráficos: Uma versão turbinada dos gráficos vistos no primeiro New. Tudo muito colorido e detalhado.

O feeling da série permanece intacto. Jogar sozinho é, definitivamente, jogar Super Mario Bros. 6.
Considerações finais:
É um excelente jogo que faz jus ao preço de cinqüenta dólares. O Single Player é uma autêntica seqüencia da série Mario Bros., e o multiplayer é interessante e divertido. O único porém é a falta de uma configuração de controle para o Classic, algo que poderia ter sido feito com facilidade e tornaria o jogo ainda mais agradável aos veteranos. Isso e o fato de que o Yoshi só é jogável em uma meia dúzia de fases. É um jogo difícil, e que conta com um mundo secreto com algumas fases que conseguem ser ainda mais ingratas que Lost Levels. Desafio, diversão e nostalgia na medida certa.
Notas finais:
Gráfico: 9/10
Som: 9/10
Controles: 7/10
Jogabilidade: 10/10
Diversão: 10/10
Replay: 10/10 (multiplayer)
Nota Final: 9.5/10 -
Web Animation: Rats on Cocaine
07 August 2010 - 12:25
WAT. -
Impressões
26 July 2010 - 00:40
Uma idéia que pode ou não dar certo.
Às vezes, queremos falar sobre um jogo que estamos jogando ou já jogamos há pouco e queremos dizer o que achamos dele, sem fazer um review necessáriamente. Em suma, resumir em algumas linhas as características do jogo.
Postem aqui suas impressões sobre jogos que jogaram recentemente.
Eu começo:
Megaman 10 (WiiWare): Megaman estilo clássico ainda melhor que Megaman 9. Os níves são bem construídos, a jogabilidade é muito precisa, a trilha sonora é matadora, e os três personagens jogáveis são muito interessantes: Megaman é o básico, sem fraquezas ou vantagens. Protoman pode deslizar para evitar ataques altos e usar o escudo para refletir ou parar tiros, mas toma o dobro de dano e é praticamente um "hard mode" por si só, e Bass, por ser pago, é um gamebreaker pois seu buster parece uma metralhadora e a fusão com Treble é ainda mais broken do que passar as fases voando com o Tails em Sonic 3. Recomendo comprar o jogo, o Bass e os três estágio extras que fazem a fortaleza do Wily parecer um playground. Por 1500 Wii Points (jogo mais os DLC que recomendo) é um senhor investimento.
Pokémon Rumble (WiiWare): Jogo extremamente bobo e repetitivo. Basicamente você controla um pokémon de brinquedo e sai esmagando o A para destruir inimigos. Eventualmente um deles se junta a você, e apesar de ter sido vencido com dois golpes, quando está do seu lado é muito mais potente. Depois disso, descarta-se o pokémon que você usava antes pois eventualmente ele será fraco demais para os próximos inimigos. Um Hack'n Slash tosquíssimo que só os fãs ardorosos poderão gostar. A taxa, de 1500 Wii Points, é ridícula se considerarmos que com esse valor se pode comprar Super Mario World, Super Mario 3 e ainda sobram 200 pontos.
Final Fantasy IV: The After Years (WiiWare): Tentativa não muito bem sucedida da Square de lançar uma continuação direta de um jogo da série. A jogabilidade é praticamente a mesma do antecessor, mas com Bands, que são ataques em conjunto, e fases da lua, que podem fortalecer ou enfraquecer suas ações. O jogo em si é bem bacana, mas temos três pontos fracos: Batalhas aleatórias acontecem com freqüencia alta demais, a história abusa do recurso de criar acontecimentos idênticos ao do jogo original (embora não seja ruim), e a divisão em capítulos deixa o jogo meio desconexo. Temos aqui também a jogada de marketing mais escrota do WiiWare: compra-se o jogo por 800 pontos. Então você descobre que para terminar o jogo você precisa desembolsar mais 800 pontos pelo último capítulo do jogo. E se você não quiser ficar boiando quanto ao que os outros personagens estavam fazendo até o capítulo final, você deve comprar os capítulos deles separadamente, por 300 pontos cada. Total da brincadeira: 3700 pontos. Por esse valor um fã de RPG pode comprar o Final Fantasy IV original, o Phantasy Star 4, Breath of Fire 2, Ogre Battle: Person of Lordly Caliber e ainda sobram 300 pontos para algum DLC que você queira.
Disgaea: Afternoon of Darkness (PSP): Remake do primeiro Disgaea com uma história extra, personagens secretos e algumas glitches que fazem o grinding um pouco mais rápido. O único problema é um lapso do VSync que acontece na parte superior da tela de vez em quando, que só incomodará os mais detalhistas. A história da Etna é bem interessante, apesar de meio curta, e o grinding pode viciar quem gosta da coisa. È um jogo leve e masmo os que decidirem pagar pelo jogo verão que ele é bem barato, não mais que 20 dólares na PSN. Vale o investimento. -
(The Game) Imagens e Users
30 June 2010 - 03:13
Joguete simples. Poste uma imagem que você associa ao usuário que postou por último.
Ex: Eu tenho o primeiro post. O Vinix vem e posta um gordo. A Francieli vem e posta um são-paulino. O VH vem e posta uma futanari, o Persocom vem e posta o Hitler e assim por diante.
Ledy... Go!
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